

Cutucando aqui você pode ver muitos outros exemplos.Infelizmente, ainda estou tentando descobrir a autoria dessas imagens. Assim que souber, publico aqui.


Cutucando aqui você pode ver muitos outros exemplos.Bem, depende do tamanho da empolgação e se tem predicado e lastro para poder mantê-lo. Em princípio achei que os assuntos acabariam no já rotulado mundo dos super-heróis – nada contra, eu adoro – depois de passar por coisas tipo Turma da Mônica e personagens Disney. Quem poderia imaginar que rendesse tanto? Quem, me respondam com sinceridade, acharia que teria fôlego para aguentar os quase seis anos? E o melhor, além de trazer novidades do mundo quadrinista, com publicações nacionais e estrangeiras desconhecidas do público, apresenta propostas, teses, levantes, bandeiras de que as HQs podem sim ser notícia, não como produto lançado, mas como estilo jornalístico.
Nesse caso, a empolgação veio com três ‘us’, mas poderia ser muito mais. Aliás, nunca lembro disso, contei os ‘us’ para poder escrever. Sempre coloco mais, pois fico imensamente empolgado a cada leitura, mesmo que às vezes não entenda muita coisa, por ser tão específica. Coloco cinco, seis e ainda multiplico os ‘emes’. É como o uhuuuuuuu quando digitamos nas redes sociais pra mostrar ao outro que curtimos muito.
Então, é preciso ter cartas na manga, afinidade, desejo, vontade, conhecimento e perseverança para poder resistir, crescer e provar pra todo mundo com quantos ‘us’ se faz um blog de quadrinhos.
Curso de Extensão:
Reportagem em Quadrinhos
Desenho de Maumau
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O quê: curso de reportagens em quadrinhos
Com quem: Augusto Paim, jornalista cultural e escritor
Quando: quintas-feiras, das 14h às 18h, de 5 a 26 de maio
Onde: PUC RS
Inscrições: até 29 de abril
Quer aprender a trabalhar com um novo gênero do jornalismo que é uma tendência seguida por jornais como a Folha de São Paulo e o argentino La Nacion? A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) oferecerá em Porto Alegre um Curso de Extensão inédito sobre reportagens em quadrinhos. Serão 20 horas-aula, divididos em quatro encontros, sempre às quintas-feiras, a partir do dia 5 de maio. A proposta é unir teoria e prática: os alunos não só serão estimulados a refletir sobre o uso da linguagem dos quadrinhos no jornalismo, como também participarão de uma sala de redação visando à produção de reportagens nesse formato.
O curso é aberto para estudantes da PUC e para o público em geral. Não é exigido ter conhecimentos de quadrinhos. Também NÃO é necessário saber desenhar: para fins didáticos, serão usadas fotografias. No curso, o aluno aprenderá ainda sobre a escrita de roteiros e o uso de técnicas narrativas, que podem ser aplicadas em qualquer linguagem – especialmente no cinema, que têm muitos pontos em comum com os quadrinhos, haja vista que todo filme começa com um roteiro e um storyboard.
O Jornalismo em Quadrinhos surgiu na década de 1990, com os livros-reportagens sobre conflitos bélicos do jornalista maltês Joe Sacco. Já no século 19, no entanto, havia experiências nesse formato. Agora surge uma nova geração internacional de HQ-repórteres e de veículos especializados, como http://www.cartoonmovement.com/ e o http://www.newsmanga.com/, este último uma experiência pioneira com mangás jornalísticos diários. Veículos tradicionais também têm publicado reportagens em quadrinhos, haja vista que essa pode ser uma saída para impedir o fim do jornalismo impresso, ao atrair novos leitores de jornais. O gênero também tem sido trabalhado em biografias e outras formas de não-ficção em quadrinhos.
Para saber mais sobre o Jornalismo em Quadrinhos, a sua história e a nova safra de HQ-repórteres, leia esta reportagem publicada na edição de março da Revista da Cultura.
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Objetivos do curso: incentivar a reflexão sobre o gênero Jornalismo em Quadrinhos a partir da experiência prática; estimular a produção de reportagens em quadrinhos por meio de orientação especializada; qualificar a produção e a reflexão teórica sobre Jornalismo em Quadrinhos através da introdução e aprofundamento do tema no ambiente da Graduação.
Ementa: a linguagem dos quadrinhos aplicada ao jornalismo; a pauta, a apuração e a edição no Jornalismo em Quadrinhos.
Pré-requisitos: nenhum. Apenas são recomendáveis conhecimentos prévios sobre jornalismo em geral.
Programa
Aula 1 - Palestra "Elementos da Narrativa em Quadrinhos" + reunião de pauta
Aula 2 - Apresentação das apurações + decupagem dos temas
Aula 3 - Roteiro + Edição
Aula 4 - Apresentação das reportagens + Avaliação
Ministrante do curso: Augusto Paim é jornalista cultural, escritor e tradutor. Atualmente, cursa o Mestrado em Teoria da Literatura na PUC RS e trabalha como jornalista cultural freelance. Já publicou reportagens nas revistas Continuum, Norte, Aplauso e Revista da Cultura. Em 2009, traduziu para o português o livro Johnny Cash - uma biografia, premiada obra do quadrinista alemão Reinhard Kleist. Em 2010, foi curador e organizador do I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos. No mesmo ano, fez uma reportagem em quadrinhos sobre o Esporte Clube Juventude, com a quadrinista Ana Luiza Koehler. Agora trabalha em uma reportagem em quadrinhos sobre o Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, para o site Cartoon Movement. Desde 2007, ministra palestras sobre quadrinhos em escolas e universidades. Mantém os blogs http://www.cabruuum.blogspot.com/, sobre HQ, e http://www.augustfest.blogspot.com/, sobre jornalismo e literatura.
Resumo das informações
Carga horária: 20 horas-aula.
Período: De 05 a 26 de maio.
Dia e horário: quintas-feiras, das 14h às 18h.
Datas: 5, 12, 19 e 26 de maio de 2011.
Local: PUC de Porto Alegre
Vagas: 15 a 20.
Investimento: R$ 572,23, para o público em geral; R$ 515,00, para alunos, diplomados, professores e funcionários da PUCRS.
Inscrições: até 29 de abril.
Onde se inscrever: Av. Ipiranga, 6681, Prédio 15, sala 112, telefone (51) 3320 3727.
Outras informações: com o ministrante Augusto Paim (augusto.paim [@] gmail.com) ou com o coordenador Luciano Klöckner, no telefone (51) 3320 3727, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h15min.



Em breve, devo trazer detalhes desse projeto. Por ora, ficam as imagens acima e, abaixo, a primeira versão do Bruno para uma página do meu roteiro, que mostra as aventuras do Ortizinho na Amazônia.
II JORNADA DE ESTUDOS SOBRE ROMANCES GRÁFICOS
Data: 29 e 30 de junho de 2011.
Local: Universidade de Brasília – UnB
Em setembro de 2010, o Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea realizou a I Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos na Universidade de Brasília. A proposta era discutir algumas obras de grande repercussão no meio cultural e editorial, utilizando-se de elementos da crítica literária contemporânea, com o objetivo de abrir um debate que nos permitisse uma melhor compreensão de seu alcance no campo literário.
Dando prosseguimento e ampliando as discussões, será realizada, nos dias 29 e 30 de junho, na UnB, a II Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos. O evento consistirá de uma rodada de palestras com convidados e da apresentação oral de trabalhos sobre o tema. O público alvo é composto de pesquisadores(as), estudantes, profissionais da área e interessados(as) em geral, que poderão participar com a apresentação de trabalhos ou como ouvintes.
Para informações sobre inscrição e outros detalhes, cutuque aqui.

Operation Ajax from Operation Ajax on Vimeo.



O storyboard da Ana têm modificações em relação ao roteiro. E isso foi muito bom. O layout que ela sugeriu para a segunda e a sexta página, por exemplo, ficou muito melhor do que os que eu havia apontado no roteiro. Como todo bom trabalho em dupla, desenhista e roteirista influenciaram o trabalho um do outro, melhorando o produto final. E isso ficou mais claro na sexta página: porque, quando escrevi o roteiro, eu decidi mudar um pouco a ideia do final que havíamos previsto na decupagem. A Ana, por sua vez, percebeu que esse novo final ficaria muito mais amarrado se retomássemos a imagem da primeira página, dessa vez aproximando ainda mais do álbum de figurinhas (onde aparecem imagens de jogadores famosos no futebol brasileiro que passaram pelo Juventude). Explicando melhor: na primeira página, marcávamos o fato de um menino ter perdido no bafo, o que vai ao encontro do texto, que fala dos tempos áureos do Juventude, para depois comentar que o time começou a derrocada - no caso, quando o texto fala a primeira vez em derrocada, aparece a imagem do menino perdendo (texto e imagem estão, nesse momento, perfeitamente integrados). Então a Ana se deu conta que, para a última página, o foco deveria ser o menino que ganhou. E com isso a reportagem ganhou uma amarração que antes não havia.