Digo isso porque vou insistir no tema quadrinhos-subliminaridade-sacanagem. Pior: vou fazer resenha de obras que falam disso.
Primeiro, tem este aqui: Super-heróis e a filosofia. Anti-jornalisticamente, largo aqui o release que recebi:
"Depois de Matrix, Seinfeld, Star Wars, Harry Potter, A Família Soprano, Buffy - A Caça-Vampiros e Os Simpsons, chegou a vez de explorarmos o mundo dos Super-Heróis e ver o que a Filosofia tem a nos dizer a respeito desses superpoderosos. O que Aristóteles, Nietzche, Platão e Freud têm a ver com as histórias em quadrinhos? O que os super-heróis têm a ver com a filosofia? O ícone da cultura popular não é tão inocente como parece; além de divertir o leitor, a história

Depois, tem esta coleção aqui, bem brasileira: Quadrinhos Sujos. André Dib, do Diário de Pernambuco, escreveu a respeito:
"Se você pensa que sátiras a personalidades em situações sexuais é uma novidade que veio com as montagens eletrônicas da internet, é bom dar uma olhada na coleção Quadrinhos Sujos, que acaba de chegar às lojas. Assinada pelo baiano Gonçalo Junior, que já nos deu A Guerra dos Gibis e Tentação à italiana, a compilação vem em uma caixa de quatro livretos de 96 páginas cada, e compreende o período entre os anos 30 e 50, quando os norte-americanos publicavam clandestinamente os artesanais Tihuanas-bibles, também conhecidos como dirty comics. Nessa época, era possível encontrar aventuras homossexuais do Pato Donald, ou então formando um triângulo amoroso com Minnie e Mickey. Também havia Carmem Miranda e suas bananas, Popeye e seu poderoso espinafre. Personalidades do cinema, como Ingrid Bergman, e o Gordo e o Magro, e ainda líderes e bandidos da época, como Mussolini, Hitler (torturando mulheres e acariciando homens), Al Capone e Jesse James, em situações de impublicáveis perversões. 'O leitor brasileiro é um privilegiado, porque esse material é raro e totalmente clandestino nos EUA. A tiragem era pequena, e os anônimos faziam porque o negócio era lucrativo', diz Gonçalo Junior, o responsável pela antologia. Cada livrinho tem um prefácio analítico, inclusive explicando a origem do nome Tijuana-bibles, já usado por D.H. Lawrance no fim do século 19. 'O catecismo americano', é o subtítulo anunciado na caixa que protege os livro

Já ia ficando por aqui, neste novo e humilhante post "ctrl C + ctrl V", mas achei mais coisa. Desta vez, mando só o link. Lá vai!
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